Acabe HOJE com os sintomas que você está sentindo

Síndrome Do Pânico: 3 Depoimentos Incríveis

Síndrome Do Pânico 3 Depoimentos Incríveis

O Depoimento Do Cláudio

Eu sofro de síndrome do pânico há cerca de 30 anos desde quando eu comecei a fazer faculdade, quando eu tive que me apresentar para os demais alunos da sala no primeiro dia de aula. Em vez de dizer meu nome, eu fugi da sala e passei mal no corredor. Esse foi meu primeiro ataque de pânico.

Eu passei mais dois ou três anos tendo dificuldade no meu dia-a-dia à medida que minha síndrome do pânico ia ficando mais grave. E mais frequente. Os ataques de pânico aconteciam dentro da sala e em outras situações no decorrer do dia.

Depois de um esforço para me tratar, eu gradativamente superei a síndrome do pânico, apesar de sentir que nunca estava 100%.

Seja um caso de superação e livre-se hoje mesmo das crises de ansiedade e pânico com estas estratégias simples…

Quando eu comecei a trabalhar, por muitas vezes eu sentia os mesmos sintomas de volta crescendo em mim e logo vinha o tremor apavorante por cinco minutos ou mais que eu interpretava como uma liberação de tensão.

Esse meu primeiro emprego foi em Campinas, uma cidade média no interior de São Paulo. Eu vivia pressionado e estressado com o trabalho, e não demorou muito para eu começar a pensar que estava com depressão.

Porém a realidade era que eu voltei a manifestar os mesmos sintomas da síndrome do pânico que eu tinha. Esses ataques de pânico me afetava muito em filas, cinemas, antes de apresentações, andando no shopping e quando eu entrava em um avião.

Eu não evitava estas situações, mas às vezes eu tinha que sair correndo de uma apresentação que eu estava fazendo, como sempre.

No final dos meus 30 anos e começo dos 40 esses ataques ficaram mais frequentes. O melhor que eu podia fazer era encarar estes medos, era seguir a vida mesmo com uma bomba de sensações físicas dentro do corpo.

Às vezes eu conseguia fazer enfraquecer esses sintomas, mas a maioria deles geralmente voltavam.

O tempo foi passando e eu fui me tornando cada vez mais fóbico em aviões, pontes, túneis, e barcos.

Depois que eu fiz 50 anos eu mudei de emprego e de cidade, e tive que viajar mais de avião. Eu tinha que encarar meu medo de voar toda semana. Depois de um tempo meu pai ficou com a saúde debilitada e eu tinha que pegar um avião para ver ele também.

O aumento nos voos semanais estava deixando minha síndrome do pânico tão grave que pela primeira vez eu saí do avião antes de decolar. Desde então nunca mais entrei em um avião. Quando meu pai faleceu, em vez de pegar um avião eu decidi dirigir.

Essa viagem de carro não resolveu nada, eu tive vários ataques de pânico durante a viagem, entre pontes e congestionamentos. Eu sentia que tinha voltado à estaca zero, tentando encarar velhas fobias e medos.

Felizmente, com muito esforço eu consegui superar a maioria destas situações.

Cerca de dois anos depois dessa época, eu mudei meu remédio para um novo com menos efeitos colaterais.

O resultado foi o pior ataque de pânico que eu já tive em toda minha vida. Eu comecei a ter medo de ficar sozinho, de sair da cidade, de ver pessoas no trabalho, de tocar guitarra, de cruzar pontes, de prédios, elevadores e um monte de outras situações.

Foi nessa época que me indicaram um psiquiatra especialista em síndrome do pânico. Eu estava apreensível porque me falaram que a clínica era contra remédios e todos os médicos lá não receitavam remédios.

Eu me lembro de ir até a clínica para minha primeira consulta de carro, e ao sair do meu carro eu tive um ataque de pânico e precisei tomar remédio.

A própria consulta em si já ajudou e as informações que eu aprendi e outros fatos também me fez descobrir que eu não estava sofrendo tanto de depressão como eu sempre achei.

De fato eu estava com síndrome do pânico e aquele sentimento de “enlouquecer” ou “perder o controle” era típico da síndrome do pânico. Isso me trouxe um certo alívio e me fez refletir sobre todas as crises que eu passei.

Acabou que as oito seções na clínica para síndrome do pânico parecia que tinha sido desenvolvida especialmente para uma pessoa como eu. Eu tenho usado um processo estruturado no meu tratamento e até ajudei outras pessoas a praticarem o mesmo.

A natureza do ciclo do pânico que me foi explicado pareceu apropriado ao que eu estava passando. Isso me ajudou a lidar com meu medo em situações que realmente não eram perigosas. Eu também aprendi como criar sensações corporais como tontura, coração acelerado, falta de ar e minhas reações de medo reduziram à medida que eu continuei a praticar esse processo todo dia.

Eu também pratiquei técnicas de relaxamento diariamente para aprender a viver a vida de uma maneira mais relaxada.

A cada duas semanas eu escrevo um relatório sobre minhas experiências e mando para meu médico. Eu também ganhei muita autoconfiança com meu sucesso. A parte final da terapia era me jogar e procurar situações reais que foram problemáticas no passado.

Através desse processo eu me sinto como se estivesse fazendo um progresso consistente e exponencial, de maneira que já consigo lidar com a maioria das situações muito bem. Hoje sinto que estou progredindo sempre e não regredindo.

Cláudio


Síndrome Do Pânico-Depoimentos

O Depoimento Do Henrique

Um estudante excelente, músico e cantor talentoso, um atleta competitivo. Essa era a minha imagem externa quando criança, mas por dentro, parecia que eu estava preso em um pesadelo que não acabava nunca. Anos depois, e depois de muito trabalho duro, meu pesadelo finalmente acabou.

O medo de ficar sozinho

Quando eu estava em fase de crescimento, eu sabia que eu era diferente. Eu morava com minha mãe e irmão. Meus pais eram divorciados. Meu pai saiu de casa e nunca mais voltou. Não era das situações mais fáceis, especialmente para uma criança de seis anos.

O que eu descobri depois foi que esse abandono era uma das causas dos meus ataques de ansiedade. Eu tinha medo de ficar sozinho, isolado, mal amado.

Meus sintomas

Sétima série: o professor me pediu para ir até a lousa e fazer uma apresentação. Parece simples, não é? Eu não consegui. Eu estava tendo um ataque de ansiedade, ensopado de suor, tremedeira e náusea.

Meus sintomas começavam logo pela manhã, no momento que eu pisava o pé na escola.

A única coisa que eu queria fazer era fugir correndo, mas isso não era uma opção.

Quando eu não estava sofrendo de ansiedade e pânico, eu ficava pensando quando que o próximo ataque iria acontecer ou se alguém iria ver. O medo e a preocupação me deixava praticamente sem forças para enfrentar o dia.

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A busca pela solução

Durante minha infância, minhas visitas ao consultório médico eram tão frequentes que eu já não era mais um estranho para as secretárias e outros funcionários. Minha mãe tentava de tudo na esperança de ter algo revolucionário que pudesse me tratar.

Eu passei por vários medicamentos, formação de hábito, entre outras abordagens, mas tudo isso só me fazia parecer um zumbi.

Anos de terapia e anos falando sobre minha ansiedade e pânico fez muito pouco para mudar a raiz do problema. Algumas vezes eu pensei que o suicídio poderia ser o único jeito de fazer minhas dores e angústias acabarem.

Aos 16 anos, eu me isolei socialmente. A maioria dos meus colegas iam para festas, praticavam algum esporte e namoravam, mas eu era um prisioneiro da minha própria casa. A ansiedade se tornou tão incontrolável, que eu acabei desistindo da escola.

Problema resolvido? De jeito nenhum. Minha ansiedade e pânico me perseguiu ainda mais no trabalho.

A mudança

Um belo domingo de manhã, eu estava lendo um livro que tinha relatos de pessoas passando pelo mesmo problema que eu, como eles tiveram uma infância difícil e hoje são pessoas bem sucedidas em suas áreas.

Eu não lembro o nome do livro, mas parecia que eu estava lendo a minha própria história de vida.

Daquele dia em diante eu me motivei a buscar alguma opção nova de tratamento sozinho. Tudo o que eu queria era fazer uma grande mudança positiva na minha vida também.

No mesmo dia, eu comecei a vasculhar a internet e depois de algumas horas eu descobri a terapia cognitiva comportamental. Depois de muita leitura eu me dei conta de que meus pensamentos negativos controlavam meu bem estar físico.

Imediatamente, eu tracei um plano para retomar o controle da minha vida. As coisas que eu aprendi foram:

  • Falar comigo mesmo sobre mim de maneira positiva
  • Parar de pensar no “E se…”
  • Cancelar todos os pensamentos negativos e só pensar em coisas positivas
  • Eliminar a cafeína
  • Melhorar minha dieta
  • Exercitar regularmente
  • Aprender técnicas de respiração

Pouco tempo depois de começar a terapia cognitiva comportamental, eu já estava apto para descontinuar o uso dos remédios e também achei que não precisava mais ver meu terapeuta.

Depois de me formar em jornalismo, eu seguir carreira na televisão. Eu consegui meu primeiro emprego em uma rede de notícias afiliada em uma cidade do interior de São Paulo. Alguns anos depois, eu já estava trabalhando em um grande canal de notícias.

Meus relacionamentos melhoraram também. Fiz novos amigos e aproximei dos antigos. Hoje eu tenho a vida social ativa que eu nunca consegui ter na adolescência por causa da ansiedade.

O poder da mudança

Minha mãe uma vez me disse, “Henrique, você é um campeão”. Minha síndrome do pânico nunca sumiu completamente, mas sempre que ela retorna, eu ouço a voz da minha mãe na minha cabeça. Eu sei que os ataques vão passar, e eu vou ficar bem.

As afirmações positivas da minha mãe, junto com as estratégias eficazes que eu aprendi, deixam as circunstâncias mais difíceis parecerem absolutamente sob controle.

Você tem o poder de mudar sua vida, basta dar uma chance a si mesmo, procurar ajuda o que funciona, e com um pouco de esforço sua síndrome do pânico e ansiedade também vai sumir.

Henrique


Síndrome Do Pânico depoimento

O Depoimento Da Karen

Eu passei por momentos apavorantes quando eu tive meu primeiro ataque de pânico.

Sem saber o que era, eu corri para o hospital, mas todos os exames não deram nada. Eu saí do hospital com diagnóstico de transtorno do pânico. Saber que eu tinha isso só piorou as coisas.

Eu comecei a ter medo de tudo, até da minha própria sombra. Os ataques de pânico seguintes me causavam sintomas de queimação no peito, fraqueza geral e tanta fadiga que eu não conseguia ficar de pé.

Minha ansiedade também era tão terrível que eu não conseguia comer, de tanto que eu tremia. Depois desse começo eu fui procurar ajuda com o médico especialista, reclamando de tontura e ondas de calor. O médico disse que era tudo normal e que eu só tinha que relaxar e respirar fundo.

O que era mais assustador para mim é que minha ansiedade nunca melhorava, apesar de conseguir minimizar um pouco e aprender a conviver com ela. Eu me perguntava “porque eu?”. Logo veio a depressão e não demorou muito para eu chegar no fundo do poço. Foi nessa fase que eu me dei conta de que tinha que procurar ajuda especializada.

Uma psiquiatra especializada em síndrome do pânico na minha cidade se tornou minha heroína. Quando eu cheguei no consultório dela na primeira vez, eu desabei no choro falando sobre as sensações que eu tinha que parecia que eu ia morrer.

Seus primeiros passos para superar a ansiedade e pânico estão aqui.

Ela dizia que eu tinha que me aceitar para conseguir me recuperar. Entre outras coisas, ela me recomendou assistir “o segredo” e escrever meus sentimentos em um diário.

O hábito de escrever meus pensamentos e sentimentos em um diário me fez notar o quanto eu estava desesperada, eu escrevia coisas tipo “porque eu não consigo aproveitar os fins de semana sem ficar doente? Porque eu não consigo ser uma pessoa normal? Será que eu vou morrer? Porque parece que eu estou sufocando”!

Na minha terceira visita nós passamos a usar técnicas de libertação emocional para fazer meu cérebro redirecionar pensamentos negativos para pensamentos positivos.

Quando ela leu meu diário, ela me disse que todos os pensamentos eram negativos, e me aconselhou pensar “eu me amo e me aceito mesmo com esse aperto no pescoço”, quando discutíamos esse sintoma que eu tinha frequentemente. Fizemos isso com todos os sintomas.

Cada pensamento negativo foi transformado em pensamento positivo de alguma forma. Assim eu comecei a pensar positivamente e até tracei alguns objetivos, como dirigir até o posto de gasolina e sair para almoçar ou dirigir até a casa das minhas amigas.

Eu comemorava todos os objetivos conquistados independentemente de ser pequenos ou grandes, porque na verdade pra mim tudo era um grande desafio. Eu me senti curada depois que passei a dirigir com mais frequência, atravessar pontes, pegar metrôs e até andar de avião.

Se você está com o coração acelerado, sentindo tontura ou com qualquer outro sintoma da síndrome do pânico, lembre-se de que vai passar. Você também vai conseguir se tratar. A vida é bela. Aproveite tudo que ela tem para oferecer e lembre-se de pensar positivamente.

Karen.

 

Qual é o seu depoimento?

18 comentários… add one

  • Estou com muito medo de chuva qualquer tempo que forma já fico desespera sinto uma dor no peito uma tremedeira um desespero inexplicável isso pode ser síndrome do pânico

  • Sofro de crise de pânico a 10 anos,já fiz tratamento e melhorei,hoje estou de novo em crise,estou a 1 semana indo dormir depois que amanhece,sinto muita dor abdominal,fraqueza,coração acelerado entre outros sintomas. Estou com vergonha de procurar ajuda,não aguento mais passar por isso. Amanhã faz 9 meses que perdi meu pai,a partir daí só piorei,e ainda por cima minha mãe é muito complicada,graças a Deus tenho um marido que me ajuda e apoia sempre e filhos maravilhosos,por isso me sinto pior,uma ingrata por ter uma vida boa e me sentir assim.Essa semana vou procurar ajuda profissional e mais uma vez vou vencer o pânico.

  • Sempre me considerei muito ansioso, desde q era uma criança me lembro de ficar muito aflito por assuntos que não deveriam preocupar uma mente infantil. Meus pais se separaram quando eu tinha 2 anos, mas eu me lembro… Meu pai sumiu por um tempo mas dps se fez presente. Aos 10 minha vó que cuidava de mim estava muito doente e viria a falecer, foi uma fase horrivel mas que passou. Enfim tive muitos problemas ao longo da vida, e problemas que eu nao lidei de forma correta. Aos 18 anos começava a me preparar intensamente para o vestibular do ITA, e só estudava o dia todo, abri mão de tudo para isso. Não via mais ninguem, alem das pessoas do cursinho e da academia. Quando no começo dos vestibulares comecei a ficar muito nervoso por medo de n conseguir meus objetivos. Eu poderia citar inumeros problemas, porém eles não são os desencadeadores do panico, mas sim a forma como vc lida com eles. Enfim, comecei a ter crises fracas e rapidas, n sabia o que era… Tibe umas 6-7 crises que se tornavam mais frequentes. Quando finalmente na sala do cursinho entrei em verdadeiro estado de panico, que durou 3 horas… Foi infernal! O fundo do poço… E durante a crise pedi pra minha vó pra passar em uma psiquiatra, que imediatamente me diagnosticou com sindrome do panico com ansiedade. Me receitou 2 remedios, um para tratamento e outro para crises. Dps que a crise passou eu estava em um estado de choque, estava lento n sabia mais o q era viver, só pensava quando viria a proxima crise . Imediatente voltei a passar com a minha psicologa, que me acalmou muito. Tomei o remedio para crises nos 3 primeiros dias… Depois nunca mais precisei. Aquele estado de choque durou uns 3 dias, quando lentamente fui tentando reassumir o controle da minha vida. Eu tentava sair e nao conseguia! Mas nao aceitava isso… Entao eu pedia para alguem ir comigo e depois tentava fazer sozinho.. Assim dentro de 2 semanas voltei a comer normalmente( havia perdido 4 kilos) e a fazer tudo que eu fazia, assistir aula e tudo. Estava me controlando e nao tinha mais medo de ter crises. Se ela viesse eu sabia q iria passar. Hoje com pouco mais de 1 mes de tratamento eu n tive mais nenhuma crise forte apenas algumas fraquinhas e ja me considero 100% vejo que o panico veio como algo para me mostrar que algo tava errado na minha vida, seja o meu jeito de pensar ou de agir. Hoje com apenas 2 meses ja estou vivendo muito melhor e muito mais calmo. Apesar de estar no começo do tratamento e saber q n posso parar; eu ja me considero curado… E só pra constar estou esperando os resultados da segunda fase da unicamp 🙂 onde irei morar sozinho! Acreditem em vocês!

  • Tenho crises de pânico há pelo menos 5 anos mas só fui diagnosticada há 1 ano e meio. O processo de diagnóstico foi complicado principalmente porque tenho sintomas gastrointestinais o que acomete só 10% dos pacientes com pânico. Mudei minha primeira medicação por conta da sonolência que sentia. A segunda medicação foi bem tolerada mas recentemente tive que aumentar a dosagem pois as crises intensificaram.
    Me sinto muito desconfortável em adiar ou cancelar compromissos por causa do pânico. A culpa por interferir na rotina do meu marido, amigos e clientes me corrói. Muitas vezes acho que as crises não terão fim.
    Já fiquei internada por consequência de uma crise forte. E é lógico que o medo me acompanha.

    Saber que outras pessoas sentem o mesmo que eu me consola e faz com que eu me sinta menos sozinha.

  • Tenho pânico a mais de 2 anos, faço terapia a 1 ano e meio e tomo remédio a 2 anos. Percebo que minhas crises vem em períodos específicos (durante a semana de prova, período menstrual…) de qualquer forma, durante a crise, as sensações são desconfortáveis e “eternas”. Tenho muitos pensamentos negativos durante as crises e a crença de não estar melhorando é sempre presente. Ver que outras pessoas também passam por uma situação semelhante, me faz sentir menos sozinha. Tem algum grupo onde possa ser compartilhado esses depoimentos? Se alguém estiver afim de montar um grupo pra conversar sobre as crises, afim de um ajudar o outro… responde!

  • Ja passei por muitas crises de panico,e com isso desenvolvi todos os tipos de ansiedade,a algum tempo atras me sentia como se eu nao estivesse no comando dos meus pensamentos,parecia qui estava fora do meu corpo,eu me observava de outro lugar fora de mim,ia ate lugares voltava e nao sentia emoçao nenhuma no que pude observar e por experiencia propria essas doenças piscologicas limitam muito nossos sentimentos bons ,o nosso modo de pensar totalmente distorcido da realidade nos faz crer que isso sera eterno,e todo dia quando acordamos os nossos pensamentos automaticos ja nos ligam com esse mal,essa ideia de que pode ter alguma doença grave ja esta enraizado em nossos pensamentos nos fazendo crer que estamos a beira da morte ,essas doeças sao todas do espirito vc nao esta em paz com o seu interior com sua alma ,essa asiedade esses sentimentos ruins medos angustias depressoes todos ligados a sua alma ,tem cura mais a pessoa nao pode se deixar abater eu sei qui essas crises sao muito assustadoras, mas pense quantas vezes ja aconteceram ,e vc esta vivo ainda ,entao se fosse alguma doença grave vcs nem tariam aqui deichando seus depoimentos nos estarimos mortos ,na minha concepiçao durante o tratamento dessas piscoses eu acredito que isso nos deixa mais fortes,maduros e inteligentes.. todos vao se curar e so ter força e. Fe em Deus …

  • Em julho de 2015 tive minha primeira crise de pânico.

    Algo totalmente assustador e desesperador aconteceu comigo naquele dia 04 de julho de 2015. Eu, que sempre fui sadio, acordei de madrugada com o coração praticamente saindo pela boca, perdi aquela noite de sono achando que morreria dormindo, então por dúvidas, não dormi.

    Com o passar dos dias, cerca de uma semana, os sintomas foram gradativamente aumentando dia-a-dia, batimentos cardíacos acelerados, pressão arterial medianamente alta, as vezes uma certa fadiga, formigamentos quase sempre nas panturrilhas, vertigens esporádicas… e muito, mas muito medo de morrer. Eu achava que estava gravemente doente de alguma coisa, e o medo foi tomando conta totalmente!!! Porque os sintomas facilmente se confundem aos de muitas outras doenças.

    Passado uma semana, sentindo tudo isso, eu resolvi correr para o cardiologista, eu só pensava: Estou morrendo e ninguém está vendo! Corri então para um cardiologista, um médico muito bom e responsável que me pediu uma verdadeira bateria de exames, um check up completo.

    15 dias depois, da primeira crise (04 de julho de 2015) eu já tinha todos os resultados em mãos e para minha surpresa, graças a Deus, resultados bons… acompanhados de uma ligeira subida da glicemia normal, que se mostrou em 110mg/md e de um ligeiro colesterol… o que pode ser explicado: Pessoas em ataques de pânico, liberam muita adrenalina na corrente sanguínea que, acaba levando a um verdadeiro distúrbio do organismo, como por exemplo: fazer com que hajam mais moléculas de glicose na corrente sanguínea, durante os períodos de crise, justamente a fase em que os exames foram realizados.

    Tendo em vista os resultados dos exames… vi que algo continuava errado, não o físico mas, o psíquico, então recorri a um psiquiatra e iniciei o tratamento cerca de 30 dias depois da primeira crise.

    Hoje estou em tratamento, tomando duas medicações, uma a noite antes de dormir e outra ao acordar. Mas esta semana tive minha primeira recaída, ou segunda crise, mesmo estando em tratamento…Claro que desta vez, estou muito mais confiante e com menos medo, aprendendo a lidar com a situação e vivendo, trabalhando… geralmente durante o dia, nos distraímos e esses sintomas somem todavia, a noite qdo tudo se acalma eles parecem voltar… praticamente os mesmo da primeira crise de 8 meses atrás.

    Tenho consulta este mês de novo e vou relatar os fatos ao psiquiatra.
    Boa noite e melhoras a todos!!!

  • Também estou passando por isso! Gostaria muito de ajuda de vocês

  • Estou passando por iss tambem tive minhas primeiras crises com 15 16 anos que atrapalharam muito mimha vida tive que largar os estudos pois nao conseguia permanecer em sala de aula foi muito difícil pois eu nao sabia o que estava acontecendo comigo uma sensação horrível de morte medo que ia desmaiar ou acontecer alguma coisa chegou uma hora que nao saia mais de casa emagreci pq nao conseguia comer se saisse era com alguem passei com psicologa me ajudou muito ela me indicou os florais de bach foi muito bom ate entao consegui a me controlar voltei a vida meio que normal voltei a trabalhar a estudar mas agora estou com 31 e devido ao estresse emocional qu passei voltou novamente so que voltou pior passei mal um dia na rua comecei a suar frio coração acelerou sensação de morte foi muito difícil travei novamente nao consigo sair de casa sozinha mais a ansiedade e muito grande vou passar novamente com psicologo fui ao medico fiz varios exames mas nao deu nada so sei que estou muito mal mas tenho fe que irei superar novamente essa fase tehho muito medo ainda p pior que a gente cai numa depressão pois os sintomas acabam nos preocupando se pode ser doenca ou nao se e algo grave fisico acaba ficando uma paranoia na cabeca qdo fico assim parece q vou desmaiar me da fraqueza e muuto ruim mas espero poder voltar ao normal e retornar minhas atividades tenho 2 filhos que dependem de mim preciso me curar urgente se Deus quiser tudo isso vai passar

  • Eu tenho 17 anos, vou fazer 18 em alguns dias. Desde os 13 anos eu sofro com isso, nunca fui em em médico pra ver se tenho realmente síndrome do pânico, mas sinto tanto medo de Td. Eu n consigo sair de casa sozinha, eu n vou a escola, pq tenho medo ,eu n sei do q u tenho medo, mas é apavorante. Eu sempre tive problemas na escola, pra socializar , e apresentar trabalhos, isso é algo tão simples! Eu n faço NADA , todos os dias, quando tento sair pra algum lugar sozinha, eu entro em desespero, pq acho q vai acontecer algo mttt ruib, acho q estão tentando me matar e que estão me perseguindo o tempo todo. Perdi MTS amigos e namorados por isso , eu acho q e estou ficando maluca! Eu n sei, n sei oq fazer, eu sinto como se eu estivesse presa, eu tenho ataques constantemente , fico sem ar, suando, tremendo, meu peito doi, e entro em pânico! Eu n sei oq fazer

  • Tem tratamento e vale a pena fazer. Fiquei bom com a Paroxetina. Depois de 7 anos tive uma recaída e voltei ao tratamento. Estou a quase 1 ano sem crises. Espero parar o remédio logo mais.

  • Tudo começou certo dia eu tava de boa meu coração acelerou verifica uei minha pressão tava 16.9 quando fui ao hospital tava tudo normal depois começou formigamento nas maos e cabeça falta de ar e sem saber o pq passei um més mais depois sumiu tudo

  • Olá pessoal. Tenham fé no senhor Jesus.pois ele me deu a graça de me livrar de todos os sintomas, eu não pedia para que ele me currasse, pedia força e fé para vencer.hoje tenho ainda maior a certeza de que tem um Deus que olha em nós, cuida de nos .mas se ajudem não fiquei parado, comecei a caminhar e depois a correr pequenas distâncias, mesmo com medo de meu coração parar no meio da corrida fui vencendo aos poucos aquele medo que me comsumia.
    Também me encorajei depois de ler um relato, de uma pessoa que se não me engane se chama Leandro leal.no seu relato ele se livrou de tudo primeiro com a ajuda de Deus , e em seguida com a ajuda do esporte” jiu jitsu” em seu relato se livrou em apenas 06 meses.
    Sei o que vocês passam. Já senti muita a coisa.de uma falta de ar, aperto no peito, tonturas, formigamentos, sensacao de desmaio e morte, insônia , medo de viajar e outros medos.e ai vai.kkkkk. tenham fé, e criem uma intimide com o senhor. , não tenham medo de pedir. Jesus os livraram de tudo isso . Mas se ajudem. Comao produtos mais saudáveis e pratiquem exercícios. A esqueci uma das coisas boas foi que perdi 10 kg. Rsrsrs
    FIQUEM COM DEUS!!!!

  • Gente algum de vcs tem tonturas e sonolencia todos os dias ?

  • Tenho síndrome do pânico desde os 17. Hoje tenho 28 anos. Faço terapia a seis anos. Cada dia é um novo obstáculo, mas não desisto de vencer. Hoje não tenho mais tanto medo como no início. Sei que se der uma crise com alguns minutos ela passa. Tento me acalmar. Pensar em algo, oro, canto uma música. Tento tirar o foco. .. Já deixei de trabalhar por isso deixei de sair de casa. Hoje estou retomando aos poucos. . .

  • Olá me nome e Luísa tenho 15 anos e há algumas semana tive o primeiro ataque. Eu estava deitada em minha cama quando senti como se estivesse sendo sufocada, levantei e fui para a sala, pensei ter melhorado, mas de repente comecei a ter uma tremedeira incontrolável. Fui parar no pronto socorro chegando lá a enfermeira olhou os meus sinais vitais e estava tudo bem. Como assim tudo bem? Eu estava sentindo que ia morrer. Disseram-me que eu estava tendo uma crise de ansiedade e receitaram valeriana, quando vou dormir tomo um comprimido, não me sinto muito bem devido os efeitos colaterais que são vários. Na semana passada foi a primeira vez que fui a um psicólogo, ela me ensinou uma técnica de respiração e disse para substituir os pensamentos ruins pelos bons. Algumas vezes funciona, e outras não. Daqui um mês voltarei a escrever aqui pra dizer como está indo meu tratamento. Estou feliz em ver que eu não sou diferente, e que tem pessoas que passam ou já passaram pelo o que estou passando. Ler os depoimentos de vocês tem me ajudado muito.

  • olá tenho síndrome do panico hã 8 anos sofro muito com isso pq nao tenho apoio de familiares e sufocante aquela gonia de que vai morre passo noites sem dormir comedo de dormi e morre agora estou com sintomas novos e uma moleza parece que estou tendo morre subita cinto meu corpo desfalesedo como se fosse apaga ja perdi até o centido de vigor e muito Trieste vocês assim mais que Deus nos de força pra vencer tudo isso ?

  • Bom dia, eu não consigo mais dirigir , tenho medo de morrer.

    Alguma dica.

    Me ajudem.

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