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Síndrome Do Pânico Em Crianças E Adolescentes

Sintomas Da Ansiedade Na Adolescência

A síndrome do pânico é uma condição de saúde que faz a pessoa experimentar ataques de pânico recorrentes e medos persistentes de ter outros ataques no futuro.

Um ataque de pânico é um breve período de medo intenso ou desconforto acompanhado por sintomas distintos. Um ataque de pânico geralmente chega ao fim gradativamente sozinho e raramente dura mais de 10 minutos.

Os sintomas podem incluir palpitações no coração, desconforto no peito, suor, náusea, ondas de calor ou de frio, falta de ar, tontura, desrealização, meu medo de perder o controle ou medo de morrer.

Estes sintomas, que parecem muito reais para a pessoa, provavelmente reflete a intenção do corpo de reagir a um sinal forte de “luta ou fuga” que está além do controle consciente da pessoa.

O Que É A Síndrome Do Pânico Em Jovens (Crianças E Adolescentes)?

Ao contrário das preocupações leves e ocasionais que uma criança frequentemente tem, a síndrome do pânico pode afetar drasticamente a vida da criança, interrompendo as atividades normais dele ou dela quando um episódio de pânico acontece ou quando a criança se torna apavorada e preocupada com os próximos ataques de pânico.

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Algumas crianças e adolescentes com síndrome do pânico evitam lugares onde elas acham que podem ter ataques de pânico, ou tem medo constante de ficar ou ir para lugares onde não há ajuda disponível se acontecer um ataque de pânico.

Esse comportamento de medo com certos lugares e evitá-los é chamado de agorafobia. Jovens que tem síndrome do pânico com agorafobia frequentemente evitam lugares com um grande número de pessoas estranhas, como o anfiteatro da escola, grandes festas e restaurantes.

Muitas crianças e adolescentes tem ataques de pânico isolados, que não exige intervenção porque não são recorrentes. Um pequeno número de crianças e adolescentes desenvolvem síndrome do pânico.

A tendência de desenvolver síndrome do pânico envolve fatores genéticos e ambientais. A síndrome do pânico afeta até 5% dos adolescentes, e são menos comum em crianças.

Como É A Síndrome Do Pânico Em Crianças E Adolescentes?

A síndrome do pânico geralmente parece diferente em jovens em comparação com a síndrome do pânico nos adultos, porque as crianças tendem a relatar sintomas físicos que acompanham os ataques de pânico apenas, em vez de manifestar os sintomas psicológicos.

Uma criança tendo um ataque de pânico pode ficar assustada ou irritada de repente, sem nenhuma explicação clara. Esse comportamento geralmente é confuso para outras pessoas.

Às vezes a criança tendo um ataque de pânico explica seu sintomas de maneira incorreta, como uma resposta à uma causa externa (por exemplo, “Começou quando eu vi aquele cachorro”).

Estas crianças, especialmente se forem jovens demais, podem não conseguir articular os medos intensos que elas experimentam durante um ataque de pânico. Já os adolescentes são mais capazes de descrever o que eles passaram, particularmente depois que o ataque de pânico passou.

A síndrome do pânico é diferente da previsibilidade dos ataques de pânico. Se uma criança tiver um medo previsível de uma situação em particular (como um encontro com uma pessoa nova) ou previsivelmente entra em pânico ao ver algo que ele ou ela acha assustador (como uma aranha), a criança pode ter uma fobia em vez de síndrome do pânico.

Fobias são medos intensos previsivelmente disparados por determinadas situações ou objetos. As fobias incluem fobia social (associada com um medo intenso ao se expor a novas pessoas) e fobias específicas (associadas ao medo intenso de se expor a situações ou objetos).

Se não for tratada, a síndrome do pânico pode levar a limitações consideráveis em outras áreas da vida da criança.

Os relacionamentos com os colegas, desempenho escolar e o relacionamento familiar podem sofrer, e é possível a criança desenvolver depressão.

Em algumas situações, em resposta à ansiedade extrema, isolamento social, ou atividades limitadas, uma criança pode desenvolver pensamentos de auto mutilação.

Um médico treinado (como com psiquiatra infantil, psicólogo infantil ou neurologista pediatra) deverá integrar informações colhidas em casa e na escola para fazer o diagnóstico.

Em Casa

Crianças com síndrome do pânico

Crianças com síndrome do pânico podem sentir menos pressão em casa do que na escola para esconder seus sintomas. Como resultado, elas tendem a ter mais sintomas em casa, independentemente de ser o caso de fato. Os sintomas podem incluir uma combinação dos itens abaixo:

  • Episódios de medo ou desconforto físico recorrentes que aparecem “do nada”, e são breves. Tipicamente, os ataques de pânico alcançam seu máximo em 10 minutos.
  • Episódios recorrentes que são acompanhados por sintomas físicos, tais como coração acelerado, dificuldade respiratória, dor no peito, sensação de asfixia, tonturas ou desmaios, tremores, náuseas, ou ondas de frio/calor.
  • Episódios recorrentes que podem incluir sintomas psicológicos ou preocupações, tais como o medo de perder o controle, o medo de “ficar louco”, ou o medo de morrer. Outros sintomas incluem sensação isolada de um corpo ou sentir-se distante da realidade.
  • Preocupação persistente sobre ataques de pânico futuros
  • O medo de ficar preso em lugares ou situações onde a fuga pode ser difícil ou embaraçosa, especialmente se ocorrer um ataque de pânico. Esses locais incluem áreas populosas, lugares públicos (shoppings, restaurantes), pontes ou locais fechados, como elevadores, carros ou trens. Ficar sozinho ou em uma fila também pode ser angustiante.
  • Evitar lugares onde a criança tem medo que um ataque possa ocorrer ou onde a ajuda pode não estar disponível. Algumas crianças conseguem ir a esses lugares apenas na companhia de outra pessoa.
  • Dificuldade de explicar o comportamento incomum. Crianças com síndrome do pânico pode não ser capaz de explicar quais são os seus sintomas ou preocupações, ou por que elas se sentem forçadas a evitar certos lugares.
  • Sentir-se fora de controle e assustada com a imprevisibilidade dos ataques de pânico.
  • Baixa autoestima, isolamento dos colegas, e relutância em participar de atividades.
  • Experimentação com álcool ou drogas, como forma de reduzir o sofrimento. Drogas e álcool podem produzir ou agravar os sintomas de pânico.
  • Depressão ou pensamentos suicidas podem se desenvolver quando as crianças acreditam erroneamente que não há intervenções para reduzir os sintomas do pânico.

Na Escola

Um aluno com transtorno do pânico pode ter ataques de pânico na escola, embora a criança possa tentar esconder os sintomas, enquanto estiver na escola. Como resultado, uma criança pode parecer ter mais sintomas em casa do que na escola.

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A criança também pode evitar ou não conseguir descrever os ataques, que podem levar a uma confusão na escola a respeito da natureza dos sintomas da criança.

Na escola, a criança com transtorno de pânico pode ter uma combinação dos sintomas listados abaixo:

  • Ataques de pânico recorrentes que aparecem “do nada”.
  • Interrupção repentina de atividades sem explicação clara. Crianças e adolescentes podem precisar de assistência de um adulto para compreender e expressar seus sintomas.
  • Baixa autoestima em atividades sociais e acadêmicas.
  • Dificuldade de concentração devido à preocupação persistente, que pode afetar uma variedade de atividades escolares, desde seguir instruções e completar tarefas até prestar atenção.
  • Dificuldade de se separar dos pais, problemas de transição da casa para a escola, a relutância para frequentar a escola, ou evitar a recreação com os colegas.
  • Outras condições, como Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDAH), podem também estar presentes, agravando as dificuldades de aprendizagem. Além disso, ter uma condição de saúde mental não “inocula” a criança de ter outras condições.
  • Transtornos de ansiedade adicionais, tais como fobia social, ansiedade de separação e de ansiedade generalizada.Os transtornos da ansiedade podem não ser reconhecidos tanto porque as crianças podem tentar esconder os sintomas e porque os seus sintomas ocorrem internamente e não são facilmente vistos.
  • Transtornos de aprendizagem podem coexistir e não devem ser esquecidos. As dificuldades de uma criança na escola não devem ser presumido ser inteiramente devido a síndrome do pânico.Se a criança ainda tem dificuldade acadêmica depois que os sintomas forem tratados, uma avaliação educacional para um distúrbio de aprendizagem deve ser considerada. Relutância repetida para frequentar a escola pode ser um indicador de uma dificuldade de aprendizagem não diagnosticada.
  • Efeitos colaterais dos medicamentos que podem interferir com o desempenho escolar.Uma vez que a criança esteja recebendo tratamento para os sintomas, as novas alterações de humor ou comportamentos devem ser discutidas com os pais, já que elas podem refletir os efeitos colaterais dos medicamentos.

Como A Síndrome Do Pânico É Tratada?

A síndrome do pânico é tratada por meio de intervenções em curso fornecidas pelo médico da criança, terapeutas, funcionários da escola e da família.

Estes tratamentos incluem intervenções psicológicas (aconselhamento), intervenções biológicas (medicamentos) e acomodações em casa e na escola, que reduzem as fontes de estresse para a criança.

A comunicação aberta e colaborativa entre os profissionais da família, da escola e de tratamento de uma criança otimiza o atendimento e qualidade de vida para a criança com síndrome do pânico.

Intervenções Psicológicas (aconselhamento)

  • O aconselhamento pode ajudar as crianças com síndrome do pânico, e todos ao seu redor, a compreender que os sintomas da síndrome do pânico são causados ​​por uma doença com origens genéticas e ambientais complexas – não por atitude fracassadas ou de personalidade.
  • O aconselhamento também pode reduzir o impacto dos sintomas sobre a vida cotidiana. A variedade de intervenções psicológicas pode ser útil, e os pais devem discutir as necessidades específicas de seus filhos com o seu médico para determinar quais tratamentos psicológicos poderia ser mais benéfico para o seu filho.
  • A psicoterapia individual é geralmente recomendada como primeira linha de tratamento para crianças e adolescentes com síndrome do pânico. Crianças com síndrome do pânico pode levar à sensação de fracasso, como se a doença fosse culpa delas. A psicoterapia individual pode ajudar a reduzir os sintomas, e pode ajudar os jovens a tomar consciência e a tratar seus sentimentos de fracasso e auto culpa.
  • A Terapia Cognitiva Comportamental (TCC) pode ensinar aos jovens novas habilidades para reduzir a ansiedade que pode levar a ataques de pânico. Na Terapia Cognitiva Comportamental, uma criança ou adolescente é encorajado a tornar-se consciente e para descrever pensamentos negativos, sentimentos ou reações.
  • Um médico treinado orienta a criança a pensar em novas alternativas, mais positivas, incluindo técnicas para prever e prevenir o aparecimento de ataques de pânico. O jovem recebe então a oportunidade de praticar novos pensamentos, sentimentos ou reações fora da consulta, e discutir suas experiências com o médico depois. Estes métodos são baseados em práticas bem pesquisadas ​​que têm ajudado muitos adultos com síndrome do pânico.
  • Sessões de orientação para os pais podem ajudar os pais a controlar a doença de seus filhos, identificar as competências eficazes, aprender a conviver em família apesar da doença, e abordar sentimentos complexos que podem surgir ao criar um filho com um transtorno psiquiátrico. A terapia familiar pode ser benéfica quando as questões estão afetando a família como um todo.
  • A Psicoterapia de grupo pode ser valioso para uma criança, fornecendo um lugar seguro para falar com outras crianças que enfrentam adversidade ou permitir que uma criança pratique habilidades sociais ou habilidades de combate aos sintomas em um ambiente cuidadosamente estruturado.
  • Aconselhamento baseado na escola pode ser eficaz em ajudar uma criança com síndrome do pânico atender as demandas sociais, comportamentais e acadêmicas do ambiente escolar.

Intervenções Biológicas (Medicamentos)

Os primeiros passos para superar a ansiedade e pânico do seu filho estão aqui.

Embora a psicoterapia possa ser suficiente para o tratamento de algumas crianças com síndrome do pânico, os sintomas de outras crianças não melhoram significativamente com a psicoterapia sozinha. Estas crianças podem se beneficiar dos medicamentos.

A ANVISA não aprova medicamentos específicos para o tratamento da síndrome do pânico em crianças e adolescentes. No entanto, os medicamentos aprovados para outros usos e grupos etários são prescritos para os jovens com transtorno do pânico. A ANVISA permite que os médicos usem o bom senso para prescrever medicamentos para as condições cujos medicamentos não foram especificamente aprovados.

Os Seguintes Medicamentos São Comumente Prescritos Para Crianças E Adolescentes Com Transtorno Do Pânico:

  • Os antidepressivos são comumente prescritos para tratar os sintomas da síndrome do pânico. Os antidepressivos mais prescritos, pertencem a um grupo de medicamentos chamados Inibidores Seletivos da Serotonina.
  • Os benzodiazepínicos. As benzodiazepinas também podem ser prescritas, em conjunto com os antidepressivos, para tratar os sintomas mais graves durante um breve período de tempo.

Enquanto as benzodiazepinas geralmente tem efeito na primeira semana, os antidepressivos geralmente começam a produzir resultados na redução dos sintomas depois de serem tomados regularmente durante pelo menos 2 a 4 semanas. Um total de 12 semanas pode ser necessário, a fim de determinar se o medicamento vai ser eficaz para o indivíduo. Os medicamentos só devem ser iniciados, interrompidos, ou ajustados sob a supervisão direta de um médico treinado.

Não existe “melhor” remédio para tratar o síndrome do pânico, e é importante lembrar que os medicamentos normalmente reduzem, e não eliminam os sintomas. Diferentes medicamentos ou dosagens podem ser necessários em diferentes momentos da vida de uma criança ou para combater o surgimento de sintomas específicos.

O sucesso do tratamento requer o uso dos medicamentos todos os dias como prescritos, dando tempo para o medicamento funcionar, e fazendo o acompanhamento para verificar tanto a eficácia quanto a tolerância.

A família, médico e escola deve manter uma comunicação frequente para garantir que os medicamentos funcione conforme o esperado e para monitorar e controlar os efeitos colaterais.

Quais são seus sintomas (ou de seu filho ou filha)? Conte-nos sua situação.

11 comentários… add one

  • Olá minha filha tem 7 anos a 2 meses ela tem sentido medo de ir a escola aconteceu um fator que desencadeou esse medo com um funcionário de lá que afetou as crianças, minha filha guando tinha 3 e meio teve outro episódio parecido com esse na outra escola mas não a levei no psicólogo agora percebo que devo levar pq n sei até q ponto e síndrome do pânico.

  • boa noite. minha filha tem 04 anos e com certa frequencia manifesta medo excessivo de situacoes desconhecidas, a ponto de recusar-se a experimentar brinquedos e jogos. Recentemente, teve alguns episodios em que manifesta verdadeiro pavor de ir a escola, reclama de dor de barriga e ansia de vomito. Esse ultimo episodio foi desencadeado pelo dia das bruxas em que criancas vestiram fantasias que ela considerou assustadoras. o que devo fazer? qual conduta adotar?

  • Gostaria de um endereço

  • Olá
    Minha filha tem 10 anos. Desde pequena e ansiosa mas agora está apresentando sintomas físicos como falta de ar.. amortecimento dos pés e mãos e por uma vez um desmaio.
    Eu sou separada e vivo só com ela. Observo que ela tem pavor de dormir se não for comigo. O que eu faço?

  • Minha filha com 13 anos, apresentou crise de panico durante a madrugada, acordou queixando de dificuldade de respirar, tonteira, sensação de desmaio, formigamento, muito ansiosa.

    Achei que podia ser uma antibiotico que ela está tomando para sinusite, mas ao entrar em contato com a médica ele disse que os sintomas são da sindrome do pânico. Lendo sobre assunto, identifiquei outros sintomas apresentados por ela anteriormente. Estou em observação, sem saber ao certo o que fazer para ajudá-la.

  • Bom dia,meu filho tem 12 anos e vem com medo de dormi sozinho,e também de coisas novas, é muito ansioso.

  • O Diagnóstico da minha filha de 10 anos era síndrome do pânico, até que conheci um endócrino que me disse que poderia ser outra coisa. Fizeram todos os exames possíveis e nada .Pois bem , o médico disse ,na hora da crise meça a glicose dela com o aparelho,e nao deu outra a glicemia dela estava em 40 .Era hipoglicemia!
    Me culpo até hoje por ter escutado vários pediatras dizendo que ela precisava de um tratamento no piscologo .Então alerto os pais, os sintomas são os mesmos da síndrome do pânico, e é difícil detectar em alguns casos nem em teste de curva glicemica.

  • Meu filho tem 6 anos, e está passando por esse processo de ansiedade.
    Tem boa parte dos sintomas mencionados, e fala o tempo todo de morte, que vai morrer. Levei ao pediatra e encaminhou para o psicologo para começara o tratamento dessa síndrome.

  • Minha Filha teve o primeiro ataque de panico com 10 anos ela sentiu medo vomtade de vomitar enjoo fez xixi e Coco ao mesmo tempo qiuis Ir para fora caminhar foi muito forte passou .EU pemssando que Era um ESPIRITO que estava de apoderando Dela comecei a ORAR aparecia algums vezes NOS espacos de meses .Passou tudo agora perto Dela completar 14 anos comecou tudo de novo mais so comeca a noite NO horario de dormir durante o dia e na escola ela tem uma vida normale Social e so a noite.gostaria de saber porque so a noite? Ela ja vai comecei o trayamento com psicolog gostaria de saber de estes ataque de panico tem cura ? Qual a causa? Na minha familie nao tem nemhum caso e minha Filha era uma menina Feliz .

  • Meu filho está com 9 anos, nas férias escolares teve uma crise de diareia e vomito na praia, virose. Passados alguns dias começou a pedir toda a hora se isso ou aquilo pode fazer mal, e, nesta semana está tendo umas crises diferentes, começa a tremer, suar frio, não quer engolir a saliva, dura cerca de 10 minutos. Lendo um pouco sobre o assunto, creio que é crise do panico. Qual a melhor maneira de tratarmos isso em uma criança desta idade ?

  • Minha filha está com 5 anos de suas semanas pra cá as conversas dela somente relacionado a morte. Que vai morrer. Vira e mexe acaba falando isso. Já marquei um psicólogo para ter acompanhamento.

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